Um Brain que delega. Automatons que perseguem objetivos de forma autônoma. Uma memória tipada que aprende. Encontre-o no desktop, no terminal, ou por voz.
uma espinha de objetivos contínua — trigger · raciocinar · perseguir · observar · aprender · repetir
Um runtime orientado por triggers onde um Brain que raciocina orquestra agentes autônomos que escrevem seu próprio código, lembram o que funciona, e rodam para sempre.
Um único ponto de contato que raciocina, delega e coordena — e nunca executa nada ele próprio. Você fala com uma só inteligência que entende o quadro inteiro, divide o trabalho e acompanha cada objetivo até o fim. Converse por chat ou por voz, interrompa quando quiser, e deixe-o orquestrar os especialistas por você.
Diga o que precisa e a plataforma escreve o agente para isso — geração de código por scaffold, com um ciclo automático de compilar-e-corrigir até rodar limpo. Não há manual de setup: descreva a tarefa, o agente nasce pronto, é supervisionado e entra em perseguição ao objetivo. Agentes que constroem agentes.
Cada decisão, incidente, hipótese e aprendizado vira um nó num grafo de conhecimento, recuperado por busca híbrida semântica e estrutural. O contexto certo emerge sozinho no próximo objetivo — nada de reexplicar o projeto. O sistema lembra do que funcionou, do que falhou e do porquê.
Os automatons rodam como processos supervisionados que nunca dormem: se um cai, renasce sozinho; se o servidor reinicia, a perseguição ao objetivo continua. Supervisão em árvore, reinício automático e tolerância a falhas nativa mantêm tudo de pé sem ninguém precisar vigiar.
Converse com o Brain como falaria com um colega: voz full-duplex com legendas em tempo real, interrupção natural (barge-in) e turn-taking fluido. Dite um objetivo enquanto caminha, peça um resumo, faça perguntas de acompanhamento — tudo pela voz, com o contexto completo da memória.
Automatons não possuem nada por padrão. Cada um recebe capacidades herdadas, quotas de uso e aprovação humana no ciclo para qualquer ferramenta perigosa. Nada executa no seu nome sem você autorizar — o controle permanece com você em cada passo que importa.
O automata acorda sozinho: webhooks, cron, conectores que monitoram fontes externas ou um simples comando seu. Um evento dispara, o Brain interpreta, delega e age — fecha o ciclo de observação a ação sem ninguém apertar o play.
Cada automaton pode invocar servidores de ferramentas externas via MCP — pesquisa na web, sistemas de arquivos, APIs, banco de dados — escolhidos na criação. Estenda as capacidades do agente plugando novas ferramentas, sem mexer no núcleo.
Notas, conversas e diagramas vivem num cofre por projeto, controlado pelo backend e acessível a partir de qualquer superfície — com wikilinks, grafo de notas e canvas de diagramas. Seu conhecimento fica estruturado, interligado e sempre disponível, com ou sem o app aberto.
Uma única fonte de verdade, sincronizada em tempo real. Trabalhe num ambiente visual, num terminal, ou no navegador — sempre o mesmo Brain, a mesma memória.
Um ambiente estilo IDE com painéis em tiles — chat, notas, diagramas, memória, timeline e uma barra do Brain sempre à mão. Feito para sessões longas e trabalho profundo.
Uma interface de tela cheia e comandos rápidos para tudo — status, chat, notas, voz e preview. Nativo do terminal, programável e perfeito para automação.
Um painel no navegador com chat, topologia ao vivo e seeds — além de um assistente de voz conversacional com quem você fala em tempo real.
Cada observação torna-se um nó tipado num grafo de conhecimento — decisões, incidentes, hipóteses, experiências, aprendizados, regras. A recuperação híbrida combina embeddings semânticos com travessia estrutural, de modo que o contexto certo emerge quando o próximo objetivo precisa dele.
Cada decisão fica registrada. Cada aprendizado composta.
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